Em período de chuvas , comprador deve ficar atento para não ser enganado no momento de comprar carro usado que pode ter passado por alagamentos.
Com as chuvas excessivas, o consumidor deve redobrar a atenção ao comprar carro usado. No caso de veículo zero a preocupação não deve ser a mesma, já que em caso de qualquer alagamento eles não podem mais ser comercializados como novos, adverte um consultor automotivo.
Enchentes que atinjam pátios de concessionárias ou montadoras podem danificar os veículos, que podem ser comercializados como semi-novos ou em leilões, que geralmente abrigam carros que passaram por alagamentos, mas não como zero. E nenhuma montadora arriscaria seu nome oferencendo um carro danificado.
No caso dos usados, porém, muita gente que passou por enchente pode querer vender seu carro. Uma boa dica é verificiar se o veículo tem cheiro de mofo. Mesmo que o odor esteja mascarado, deixando-o sob o sol por uma hora faz com que o cheiro volte.
O interessado deve ir a uma revendedora acompanhado de um especialista, que pode ser alguém que trabalhe com funilaria ou pintura, que entende do assunto.
Caso o automóvel tenha sido vítima de alagamento, o ideal é que seja feita pelo menos uma desinfecção do veículo. Dependendo das posses, o ideal é a troca do revestimento.
Fonte: Jornal Diário do Grande ABC
A constatação de informações imprecisas sobre o perfil do condutor principal declarado, em apólice de seguro de automóvel, valida a negativa de cobertura de sinistro por parte da seguradora, em caso de sinistro. Este foi o entendimento adotado pela 5ª Câmara Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina - TJSC. Segundo consta nos autos, um estabelecimento comercial da cidade de Joinville - SC, contratou uma apólice de seguro de um carro em nome da empresa (Pessoa Jurídica) e informou o nome da mãe de um dos sócios, com 55 (cinquenta e cinco) anos, como única e principal condutora do veículo. Ocorre que, na vigência da apólice de seguro, após a ocorrência de um acidente de trânsito, ficou constatado que o veículo era dirigido por um dos sócios da empresa, de 34 (trinta e quatro) anos. O nome do sócio que dirigia o veículo no dia do acidente não constava na apólice. Ao acionar o seguro para cobertura dos danos sofridos no próprio automóvel, no veículo do terceiro envolvido e ainda...
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