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Mostrando postagens de março, 2011

CATÁSTROFE DEVE PROVOCAR AUMENTO NO PREÇO DOS SEGUROS EM TODO O MUNDO

Ministério da Fazenda não vê, em princípio , impacto imediato da tragédia ocorrida no Japão sobre os mercados segurador e ressegurador brasileiros. Mas especialistas do setor dizem não ter dúvidas de que os três eventos que ocorreram no arquipélago (terremo, tsunami e acidente em usina nuclear) irão provocar aumento nos preços de todas as coberturas do mundo. O aumento , porém , dependerá da apuração completa dos danos no Japão. Os aumentos nos preços de seguros em nível mundial poderão ficar, em média, entre 8% e 10%. Entretanto, isto vai depender do País, da região e do risco analisado. "Mesmo as regiões que, em princípio, estariam imunes a essas ocorrências, a exemplo do Brasil, sofrerão algum impacto. Porque as seguradoras pesarão de alguma maneira essa possibilidade pequena nos riscos. E o que hoje é marginal, terá um peso mais significativo nos países onde estas ocorrências são raras ou tem menor probabilidade de ocorrência". O diretor técnico da SUSEP ( Superintendênc...

DONO DE CARRO TEM 01 ANO PARA RECORRER QUANDO COBERTURA É NEGADA PELA SEGURADORA

Muitas pessoas contratam seguro de automóveis para evitar problemas em caso de roubos e acidentes. Há casos em que a Seguradora nega-se a arcar com o valor estipulado na apólice ou negar a indenização. De acordo com o advogado especialista em direito securitário, Luís Nigro, a negativa abusiva de cobertura pode ser questionada na Justiça e o segurado tem 01 ano para fazer isso. "Caso não exerça seus direitos em tal prazo, será impossível tomar as medidas cabíveis, devido à decorrência da prescrição", afirmou Nigro. Como contar o prazo? Em caso de negativa de pagamento pela seguradora, em virtude de roubo, furto, colisão com perda total ou parcial do carro, o prazo começa a ser contado a partir do momento em que o segurado recebeu a negativa, que geralemtne vem em forma de carta. Muitas seguradoras afirmam que o prazo deve ser contado a partir do sinistro, mas essa não é a forma correta. ...