Ministério da Fazenda não vê, em princípio , impacto imediato da tragédia ocorrida no Japão sobre os mercados segurador e ressegurador brasileiros. Mas especialistas do setor dizem não ter dúvidas de que os três eventos que ocorreram no arquipélago (terremo, tsunami e acidente em usina nuclear) irão provocar aumento nos preços de todas as coberturas do mundo.
O aumento , porém , dependerá da apuração completa dos danos no Japão. Os aumentos nos preços de seguros em nível mundial poderão ficar, em média, entre 8% e 10%. Entretanto, isto vai depender do País, da região e do risco analisado. "Mesmo as regiões que, em princípio, estariam imunes a essas ocorrências, a exemplo do Brasil, sofrerão algum impacto. Porque as seguradoras pesarão de alguma maneira essa possibilidade pequena nos riscos. E o que hoje é marginal, terá um peso mais significativo nos países onde estas ocorrências são raras ou tem menor probabilidade de ocorrência".
O diretor técnico da SUSEP ( Superintendência de Seguros Privados), Alexandre Penner, não vislumbra no curto prazo um movimento de recálculo dos riscos pelas Seguradoras. Ele explicou que cada sinistro de grandes proporções leva seguradoras e resseguradoras a verificar quais são os efeitos do evento e se existe alguma consequência que não tenha sido levada em conta anteriormente. "Pode haver alguma mudança ou no cálculo ou na precificação do produto. Mas ainda é muito cedo para essa conjectura".
De forma geral, a maioria dos contratos de seguros exclui eventos catastróficos ou desastres naturais. Alexandre Penner informou que atualmente existe uma demanda dos segurados, em termos mundiais, para que se inclua esse tipo de cobertura. " Uma vez que se inclua essa cobertura, definitivamente teria que se fazer um recálculo de preços. Mas não é essa a proposta do seguro".
Fonte:Jornal de Pernambuco
O aumento , porém , dependerá da apuração completa dos danos no Japão. Os aumentos nos preços de seguros em nível mundial poderão ficar, em média, entre 8% e 10%. Entretanto, isto vai depender do País, da região e do risco analisado. "Mesmo as regiões que, em princípio, estariam imunes a essas ocorrências, a exemplo do Brasil, sofrerão algum impacto. Porque as seguradoras pesarão de alguma maneira essa possibilidade pequena nos riscos. E o que hoje é marginal, terá um peso mais significativo nos países onde estas ocorrências são raras ou tem menor probabilidade de ocorrência".
O diretor técnico da SUSEP ( Superintendência de Seguros Privados), Alexandre Penner, não vislumbra no curto prazo um movimento de recálculo dos riscos pelas Seguradoras. Ele explicou que cada sinistro de grandes proporções leva seguradoras e resseguradoras a verificar quais são os efeitos do evento e se existe alguma consequência que não tenha sido levada em conta anteriormente. "Pode haver alguma mudança ou no cálculo ou na precificação do produto. Mas ainda é muito cedo para essa conjectura".
De forma geral, a maioria dos contratos de seguros exclui eventos catastróficos ou desastres naturais. Alexandre Penner informou que atualmente existe uma demanda dos segurados, em termos mundiais, para que se inclua esse tipo de cobertura. " Uma vez que se inclua essa cobertura, definitivamente teria que se fazer um recálculo de preços. Mas não é essa a proposta do seguro".
Fonte:Jornal de Pernambuco
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